— Não se mexa, deixa eu sentar um pouco... Preciso recuperar o fôlego. — Eu disse, acenando com as mãos para Tatiana, enquanto sentava com as pernas esticadas. A dor no joelho era lancinante, e parecia que o osso ainda estava sendo esmagado.
Logo, outros colegas de equipe chegaram e, ao verem minha situação, começaram a perguntar se eu estava bem. Não queria estragar a diversão de ninguém, então forcei um sorriso e insisti que estava tudo bem. Pedi que continuassem a trilha sem se preocupar comi