A pedra da parede girou com um som pesado, revelando a silhueta de Cedrik contra a luz bruxulante das tochas do quarto principal. Mas não era o príncipe que Freya via agora; era a fera em sua forma mais pura e aterradora. Suas vestes estavam rasgadas no peito, expondo os músculos retesados que vibravam sob a pele febril. Seus olhos eram globos de ouro incandescente, desprovidos da razão humana, fixos nela com uma fome que parecia capaz de consumir a própria escuridão da câmara.
Freya recuou at