— Dravos... por favor... — implorei, as pernas abrindo-se involuntariamente sobre a pele de urso mole, o convite de minha própria biologia expondo o meu sexo brilhante de necessidade física.
— Diga o que você quer, Savanah — ele exigiu, segurando os meus pulsos acima da cabeça com apenas uma de suas mãos enormes, imobilizando-me sobre o tapete com uma força que me reduzia a sua posse absoluta. — Diga de quem é essa boca doce, de quem é esse ventre que está queimando de febre sob a minha marca.