Ela estava corrompida. Uma corrupção doce, viciante, que se infiltrava em seus pensamentos práticos e destruía sua independência pedaço por pedaço.
Quando o estúdio finalmente esvaziou, por volta das oito da noite, Savanah sentou-se em um caixote de madeira perto da saída de emergência. A exaustão que sentia não era muscular; era uma fadiga espiritual. Ela pegou o celular e viu que não havia nenhuma mensagem dele. Nenhuma ligação. Apenas o silêncio de quem sabia que não precisava perseguir a pr