O apartamento em Pinheiros estava silencioso e acolhedor naquela noite de domingo. Eram quase 22h. A reforma havia terminado há pouco mais de uma semana, e o espaço agora parecia realmente um lar — plantas novas na varanda, quadros nas paredes, fotos dos dois juntos sobre a estante. Nina dormia enrolada em uma poltrona no canto da sala.
Mariana havia acendido várias velas perfumadas de baunilha e sândalo. A luz dourada e tremulante dançava pelas paredes, criando uma atmosfera íntima e calma. El