A luz pálida da manhã filtrava-se pelas persianas do apartamento de Sam, mas o ambiente ainda carregava o peso da noite anterior. Adreas acordou com uma sensação de peso sobre suas costelas, apenas para perceber que o braço de Sam — largo, quente e possessivo — agia como uma algema de carne e osso. A mordida no ombro latejava, uma pulsação rítmica que servia como lembrete constante de que ele havia sido reivindicado por algo que não era inteiramente humano. Antes mesmo de Adreas conseguir se se