Julian acordou com o gosto de pecado ainda na boca.
Eram quase nove da manhã e ele estava deitado de bruços na cama bagunçada, o rosto afundado no travesseiro. O pescoço latejava no exato lugar onde Vittorio Moretti havia chupado com força na noite anterior. Ele passou os dedos sobre a pele sensível e sentiu o inchaço. Uma marca roxa, profunda, impossível de esconder.
— Filho da puta… — murmurou, rouco.
O celular vibrou em cima da mesinha de cabeceira. Julian esticou o braço, preguiçoso, e fran