O toque estridente do telefone vermelho na central de operações da DuarteTech não era um som comum; era o alarme de um colapso sistêmico. Eram pouco mais de dez da manhã quando o "apagão de dados" atingiu o setor logístico e de infraestrutura crítica do Sudeste. O código maligno, uma variante de ransomware de uma sofisticação nunca antes vista, não estava apenas sequestrando arquivos; ele estava desativando fisicamente os controladores dos portos secos e dos terminais de escoamento. O caos foi