Três semanas haviam se passado desde a noite no templo abandonado. A volta para o apartamento de Hiroshi em Tóquio fora silenciosa, carregada de um tipo de felicidade que ainda parecia frágil demais para ser nomeada em voz alta. Sakura dormia mais. Comia menos. E, nos últimos quatro dias, o mundo havia decidido que o preço de carregar uma vida kitsune-humana dentro de si era alto demais.
A náusea não era mais um incômodo matinal educado. Era uma crise violenta que a dobrava ao meio como se uma