Quando o expediente terminou, o sol já tinha se posto sobre Tóquio. O motorista, discreto como sempre, dirigia em silêncio, separação de vidro fechada entre o banco da frente e o amplo banco traseiro. Sakura Yamamoto sentou-se ao lado de Hiroshi, corpo ainda latejando das punições e “reuniões” do dia. A saia lápis estava amassada, coxas internas meladas e pegajosas com a porra grossa que ainda vazava abundantemente dela — primeiro do banheiro, depois dos dedos dele na sala, e agora misturada co