Minha mente cruel continuava apontando um dedo acusatório para mim, tentando me tornar falaciosa. Fazendo o meu melhor, arriscaria falar com Ismael, para que ele fosse informado sobre o nosso filho. Só então cessaria o constante estado de alarme, desapareceria a imperiosa opressão em meu peito; dizendo a verdade, então a culpa deixaria de me mortificar.
A resposta parecia tão óbvia, a solução tão simples, mas implicava mais do que isso. Enfrentando reivindicações de Ismael, assumindo o erro de