Malditas Safiras
Acordei em um quarto desconhecido, em uma cama estrangeira, entre lençóis impregnados de um perfume masculino, que invadiu meu túnel nasal, reconheci, mas não queria pensar que era presa de uma realidade longe de um sonho ao qual, estupidamente, me agarrei.
Aquele perfume... Não! Não poderia ser ele.
Senti necessidade de beliscar a carne, não aconteceu nada, não acordei, definitivamente não estava tendo pesadelo.
Uma gama de possibilidades temerosas se apresentou abruptament