—Está pálido. — Ela tocou meu rosto
— Não é nada, estou... bem— relutei com engasgo na tentativa de não demonstrar meu desespero. Mas a mente girava e minha voz parecia ser esmagada pelos batimentos cardíacos.
Eu não sei como deveria estar meu rosto ao vê-la examinar-me com preocupação.
—Temos que chamar um médico.
— Não!
— Mas...
— NÃO! — bradei com força e estremecimento, não querendo constatar a realidade das palavras que ouvi. Minha vida estaria arruinada se Amelia fosse filha de Edward.
–V