Mundo ficciónIniciar sesiónO sol de sábado nasceu cortando as cortinas de veludo pesado do meu quarto com uma claridade fria e implacável. Faltavam poucas horas para as dezesseis horas. O horário marcado para o meu suposto sacrifício no altar da Catedral Central.
Na mansão, o clima não era de celebração, mas de desespero abafado. Pelas frestas da porta do meu quarto, eu podia ouvir passos apressados, gritos abafados e o som irritante de telefones tocando sem parar. Carlos e Rodrigo haviam passado a madrugada inteir






