Os segundos pareceram uma eternidade. Denis estava ligando de novo. Sem parar. Suspirando, atendi o telefone.
— O que foi agora? Perguntei, tentando manter o tom calmo.
— Você acha que ganhou, Eva? Acha que pode simplesmente me deixar e que tudo vai ficar bem?
— Não é fácil, Denis. Respondi friamente. — Mas é necessário. Entrei com o pedido de divórcio.
— O que você disse? Ele parecia não acreditar no que estava ouvindo.
— Entrei com o pedido de divórcio. Repeti com firmeza. — É o fim.
— Você n