A noite parisiense caía suave sobre as margens do Sena, cobrindo a Ville Lumière com um manto azul-profundo pontilhado pelo brilho dourado da iluminação histórica. Sob a imensa e majestosa cúpula de ferro e vidro do Grand Palais, a Grande Nef transformara-se em um templo de celebração à arte, à preservação da natureza e ao triunfo da dignidade humana.
Carros oficiais e limusines enfileiravam-se ao longo da Avenue Winston-Churchill. Dezenas de fotógrafos de veículos de imprensa internacionais, c