O amanhecer parisiense sobre a Place de la Concorde revelava um céu de tom azul-cinzento, típico do final do verão europeu. No topo do elegante Hôtel de Crillon, a suíte presidencial abria suas portas de vidro para uma varanda privativa de onde se avistava o curso sereno do Rio Sena e a silhueta imponente da Torre Eiffel.
Dentro dos aposentos, o silêncio suave da manhã era quebrado apenas pelo roçar das páginas de jornais de papel encorpado e pelo aroma envolvente de café coado e pães de croiss