A atmosfera no septuagésimo andar da sede da Valois Asset, na Avenida Faria Lima, não era apenas de trabalho rigoroso; era a de um centro de comando em pleno estado de guerra financeira cirúrgica. Do lado de fora dos painéis de vidro de alta isolamento, a metrópole paulistana desdobrava-se sob o céu de inverno, mas dentro da sala de situação de operações globais, os olhos de dezenas de analistas sêniores e operadores de mercado estavam fixados nos monitores de alta frequência que conectavam São