Tank correu na direção em que viu Dállia pela última vez, estranhou que ela não tivesse percebido a demora dele.
Um rapaz estava abaixado segurando a perna da menina, ele não perguntou. O chute acertou a boca e o nariz do homem.
— TANK!
Dállia gritou, mas Tank não parou. Cada soco foi dado com tanta força que o rapaz só conseguia tentar se defender.
Tentou erguer a mão numa defesa inútil. O soco seguinte quebrou três dedos de uma vez.
Dállia quis segurar o namorado e como não conseguiu usou