Daquela vez Dállia não viu o sorriso meio sacana do namorado. Ele parecia um leão ganhando a presa que estava esperando há tempos.
A olhou de um jeito feroz, predador, e deslizou as mãos pelas coxas de Dállia, puxou as pernas dela ainda mais para cima.
A fez se abrir para ele como quem abre a flor mais desejada, mais carnal. Os corpos se encaixaram com uma perfeição brutal, instintiva, como se tivessem sido moldados para aquilo.
— No chão?
Dállia sorriu deixando o ar abandonar os pulmões.
— A N