158 – Jardim aberto

Daquela vez Dállia não viu o sorriso meio sacana do namorado. Ele parecia um leão ganhando a presa que estava esperando há tempos.

A olhou de um jeito feroz, predador, e deslizou as mãos pelas coxas de Dállia, puxou as pernas dela ainda mais para cima.

A fez se abrir para ele como quem abre a flor mais desejada, mais carnal. Os corpos se encaixaram com uma perfeição brutal, instintiva, como se tivessem sido moldados para aquilo.

— No chão?

Dállia sorriu deixando o ar abandonar os pulmões.

— A N
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