Um mês depois...
Amanda Narrando:
Se passou um mês da medida do possível, estou com a cabeça mais aberta e fria. As crianças vão visitar o pai todos os sábados no horário de visitas. Eu não o vejo, ainda não estou preparada para perdoa-lo, mas não posso deixar que as crianças fiquem sem o pai, não posso me igualar a ele, Willy que acompanha as crianças, não gosto delas em uma prisão, mas conseguimos na justiça um espaço privado para que elas vejam ele, sem que alguém possa ver as crianças naque