Luna:
— Como anda seu filho? — Minha voz sai implacável, apertando o celular em meus dedos, enquanto entro no elevador.
— Eu já esperava por sua ligação. Como vai, Sedrico? — Sorrio, me virando para o espelho, arrumando minha gravata torta e percebendo a pequena marca rosada de batom no meu colarinho.
— Por que ainda não anulou o pedido de adoção, Simons?
— Sabe que não posso anular, eu já fiz tudo que estava ao meu alcance para lhe ajudar com as outras crianças, mas, infelizmente, todos os pro