Se naquele momento houvesse um buraco no chão, eu teria me jogado nele sem heisitar.
Mas não havia. E eu sabia que, quanto mais eu evitasse falar sobre o assunto, mais George poderia interpretar mal.
Além disso, parecia que, com ele, as coisas sempre iam direto ao ponto. Quando ele achava que tinha de falar algo, falava sem rodeios, como se tivéssemos uma intimidade que não existia.
Respirei fundo e levantei a cabeça, tentando agir com naturalidade.
— É mesmo? Mas palavras não provam nada.
— É.