Quando George voltou da varanda, me encontrou dormindo na frente do computador. A luz suave da luminária iluminava meu rosto, e ele ficou parado, me observando.
Eu podia sentir o olhar dele sobre mim, mas não conseguia acordar.
Depois de um tempo, ouvi sua voz, suave e baixa:
— Carina...
Carina? Ele estava falando comigo?
Sim, ele estava.
Antes de entrar para a família Martins, esse era meu nome. Fazia tanto tempo que ninguém me chamava assim...
De repente, uma imagem de infância surgiu na minh