— Hmm. — Depois dessa única palavra, ele desligou o telefone.
Agora, ele era o centro das atenções, o responsável por resolver os problemas na iluminação. Eu não podia me dar ao luxo de irritá-lo.
Por isso, joguei um casaco por cima do pijama e fui até o quarto dele. Bati na porta e George a abriu, seus olhos imediatamente parando no meu cabelo ainda molhado. Ele engoliu em seco, o pomo de Adão se movendo visivelmente.
— Ainda dói? — Ele perguntou.
A pergunta me pegou desprevenida.
— O quê?
O o