No carro, eu liguei para o George.
Dessa vez, ele não demorou tanto para atender.
— Alô.
— Onde você está? — Eu perguntei diretamente.
George ficou em silêncio por alguns segundos.
— Você voltou?
Essas palavras me apertaram a garganta. Eu voltei, mas foi ele quem me forçou a isso.
— Sim. Onde você está? Eu quero te ver. — Minha voz estava firme, carregada de raiva.
— Volte para casa, eu vou até você. — A resposta de George me fez fechar os olhos.
No instante seguinte, falei pal