Levantei os olhos e vi o rosto firme e anguloso de George.
Ele não só me segurou, como também aparou a melancia que eu estava carregando.
Era uma daquelas cenas perfeitas, dignas de um filme romântico, em que tudo parece calculado para ser mágico. Mas, naquele momento, estava acontecendo comigo, na vida real.
Ele me ajeitou e soltou suas mãos, mas assim que tentei me mover, uma dor aguda, como agulhas, subiu pelo meu tornozelo.
Instintivamente, agarrei o braço dele.
— Dói... — Murmurei.
George s