George olhou na direção de Vinicius e perguntou:
— Você quer ir até ele?
Balancei a cabeça negativamente. Naquele momento, o que Vinicius precisava era de solitude.
George não insistiu. Após alguns segundos de silêncio, desviei o olhar e disse:
— Vamos.
Enquanto o carro avançava, pelo retrovisor, eu ainda podia ver Vinicius, parado na mesma posição, olhando para o céu. Sua dor parecia tangível, uma escultura de tristeza moldada naquele gesto estático.
O clima pesado me acompanhou até o quarto d