Embora eu soubesse que ele estava certo e que o erro era meu, por que eu chorava como se tivesse sido injustiçada?
George voltou, deu meia-volta e me viu chorando descontroladamente. Sem dizer nada, ele me envolveu em seus braços novamente.
— Foi culpa minha. Falei de um jeito pesado. Eu... prometo que não vou dizer essas coisas de novo.
Quanto mais ele dizia isso, mais o meu coração se apertava. Levantei a mão e comecei a bater nele, uma, duas vezes.
— Não foi culpa sua! Por que você está dizen