— Cunhada, obrigada por amar meu irmão, por aceitá-lo! — Disse Benedita, com um sorriso doce, ao mesmo tempo em que levantava as duas mãos para me entregar a xícara de chá. Seus olhos estavam repletos de lágrimas, brilhando como diamantes sob a luz suave.
Nesse momento, meus olhos se umedeceram também, de forma inesperada.
Mas, ao contrário da emoção, eu sorri e disse:
— Olha só o que você está dizendo, como se seu irmão não fosse ninguém, como se ninguém mais o quisesse.
Benedita fez uma careta