Capítulo 208
— Cunhada, obrigada por amar meu irmão, por aceitá-lo! — Disse Benedita, com um sorriso doce, ao mesmo tempo em que levantava as duas mãos para me entregar a xícara de chá. Seus olhos estavam repletos de lágrimas, brilhando como diamantes sob a luz suave.

Nesse momento, meus olhos se umedeceram também, de forma inesperada.

Mas, ao contrário da emoção, eu sorri e disse:

— Olha só o que você está dizendo, como se seu irmão não fosse ninguém, como se ninguém mais o quisesse.

Benedita fez uma careta
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