Esther ficou chocada. Estendeu o braço, olhando para a pulseira de contas que sempre usava.
— O que você disse? Essa pulseira era da sua mãe?
— Sim. — Bernardo fixou o olhar no pulso dela.
— Isso é impossível. — Esther balançou a cabeça, incrédula. — Como você pode ter tanta certeza? É só uma pulseira comum. Não deve ser única.
— É única, sim. — Bernardo respondeu com firmeza.
Esther olhou para ele, confusa e atordoada.
— Acho que você não entende muito de pedras preciosas, né? — Bernardo explic