Ela olhou para a tela e viu um nome que não via há meses: a gerente do clube noturno onde costumava trabalhar, uma mulher que, apesar de tudo, sempre foi uma figura quase materna em sua vida. O coração de Nicole acelerou um pouco, mas ela respondeu com um sorriso, feliz em poder compartilhar as boas novas.
— Oi, mãe! — Disse Nicole, sua voz cheia de uma felicidade genuína enquanto usava o termo “mãe” para se referir à gerente do clube, que sempre a tratou com carinho. — Estou muito bem agora! —