Rosana olhava perplexa para Manuel.
Apesar das palavras de Manuel serem tão calmas, sem ofensas, Rosana sentia seu rosto queimar de humilhação, como se tivesse levado vários tapas.
Manuel tratava o pai de Rosana como um ladrão, e também a via como tal.
Rosana apertou levemente os punhos, abaixando a cabeça enquanto perguntava em voz baixa:
— Então eu volto para esperar você. Quando terminar, pode me enviar uma mensagem?
Manuel sorriu, mas seu sorriso era extremamente frio:
— Srta. Rosana, parece