Com o som de um estalo, os cacos de vidro se cravaram na carne de Duarte.
Duarte franziu a testa com força, como se apenas aquela dor fosse capaz de preencher o vazio que havia em seu coração, aquele espaço vazio e desolado.
O lavatório do banheiro logo se tingiu de vermelho com o sangue.
Lorena deu um olhar fugaz, arrastando seu corpo cansado para fora do banheiro.
Ela não sentia mais dor, não se preocupava mais.
O sangue de Duarte, comparado à morte do irmão de Lorena, comparado ao fato de que