Duarte pediu para que Enrico trouxesse o homem que ele havia mencionado antes.
Nos últimos dias, Duarte não deixou ninguém machucar aquele homem, então, as feridas em seu rosto já haviam cicatrizado, sem deixar marcas.
— Pode me deixar ir agora? — O homem jurou, com os olhos suplicantes. — Pode ficar tranquilo, depois que eu voltar, eu juro que não vou te trair.
Duarte fez um sinal com os olhos para Enrico, e logo uma substância branca foi injetada no corpo do homem.
O homem gritou assustado:
—