As lágrimas de Rosana escorriam uma a uma, molhando a camisa cara de Manuel, e isso fez com que o coração dele se apertasse de tristeza.
Embora Rosana o xingasse, ela o abraçava com força, como se fosse uma vida que não conseguisse soltar.
O que antes parecia um ato de raiva, agora transbordava em dor e desespero. Manuel encostou o queixo no topo da cabeça de Rosana, como se estivesse abraçando um tesouro que tinha perdido e depois reencontrado. Sua voz, suave e cheia de compaixão, soou:
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