No banheiro, Josiane abriu a torneira, mas não estava tomando banho. Ela revistou os bolsos e, como esperado, o celular já tinha sido levado. Olhou ao redor do banheiro, mas não encontrou nada que pudesse ser usado como arma.
Ela não pôde deixar de suspirar. Será que não conseguiria escapar?
Passaram-se dez minutos. Marcelo começou a ficar impaciente e gritou para o banheiro:
— Josiane, já acabou? Eu te avisei, é melhor não tentar me enganar, senão...
Mas ele não teve tempo de terminar a frase.