O ar fora do prédio era frio com aquela honestidade que o ar de Dublin tem à noite, sem negociação, sem transição, apenas a temperatura real das coisas depois que as paredes e os corpos e a música param de fingir que é outra coisa.
Marjory saiu pela porta principal com uma mão na parede desde o primeiro degrau, desceu os dois que havia, e ficou na calçada por um momento tentando calibrar o chão sob os pés, que estava firme mas que o corpo insistia em tratar como se não estivesse. A rua estava r