Capítulo 7
𝓐𝓾𝓰𝓾𝓼𝓽𝓸 𝓒𝓪𝓶𝓹𝓸𝓼
— Papai quando eu vou poder ir pra casa? — o pequeno perguntou ansioso.
Eles já estavam no hospital a algumas horas, e o médico não havia dado nenhuma previsão de alta.
— Nós ainda não sabemos, filho. — Augusto falou e se sentou de frente para a cama do filho. — O médico ainda não falou, mas não fique tão preocupado que logo nós voltaremos para casa.
— A única coisa boa de estar aqui, é por causa da tia Letícia. — o garotinho sorriu. — Ela vai ficar comigo papai?
— Sim, filho. — Augusto ainda não entendia como o filho havia se apegado tão rápido à professora, mas na verdade era a moça que estava sendo a força do garotinho. — Ela irá ficar aqui com você.
Logo a porta foi aberta e Letícia entra sorrindo, mas Augusto havia percebido que os olhos da jovem estavam vermelhos, e que o sorriso da mesma não alcançava os olhos. Ele sabia que ela havia chorado.
— Bom, daqui a pouco vão trazer a sua comida querido. — Letícia falou e sentou do