No andar de baixo, segui direto para o escritório. As portas duplas estavam abertas e as luzes, acessas. Atrás da mesa de mogno, estava ele, escrevendo algo em um papel.
— O que está fazendo? — Aproximei-me.
— Uma pequena alteração.
— Em quê? — escorei-me à beirada da mesa, ao seu lado.
— No meu testamento.
Cruzei os braços à frente e bufei.
Eu odiava que ele mexesse nisso. Só servia para me lembrar que em algum momento nós teríamos um fim e isso é péssimo!
Ele colocou os papéis dentro de uma p