Maya
Liguei a torneira para encher a banheira e comecei a me despir. Prendi os cabelos em um coque alto e debrucei-me sobre a banheira apoiando uma mão na sua beirada. Com a outra joguei sais de banho na água morna e algumas pétalas brancas secas e perfumadas pela superfície.
— Uau! Que visão mais bela. Nunca vi bunda mais linda. — Apertou-a.
— Que bom que gosta do que vê.
— Eu não gosto. Eu adoro. — Laçou minha cintura por trás e beijou meu pescoço fazendo-me arrepiar.
Recostei-me nele e deite