Maya
Minutos depois, mais calma, permitiram que eu entrasse no quarto. Sentei-me na poltrona ao lado da cama e observei-a dormir com uma feição rígida de dor, utilizando o cateter nasal ligado direto no cilindro de oxigênio ao meu lado. Peguei suas mãos entre as minhas e senti que já não estavam mais tão quentes como antes. Olhando-a deitada sobre a cama enorme, percebi o quanto estava ainda mais magra do que na semana passada. Uma dor imensa misturada a desespero, medo e uma angústia lacerante,