Maya
Segui-o em silêncio e ele abriu a porta dando-me passagem para entrar primeiro. Pette entrou em seguida e fechou-a nos dando privacidade. Tomou seu lugar atrás da mesa espelhada com base de ferro cromado. Fiquei parada de pé à sua frente enquanto ele abria uma pasta preta sobre sua mesa.
— Pode se sentar, eu não mordo — disse sem me dirigir o olhar.
Aproximei e me sentei em uma das poltronas postas à frente da sua mesa. Meu rosto formigava e minhas mãos suavam frio. Senti um nervoso de pur