— Entre, por favor.
Suspirei, rezei e, sem saída, abri a porta. Encarei o homem que ainda amava, e que jamais deixaria de amar.
— Oi, Jack.
— Oi, Sara. Sente-se, por favor. — Ele apontou uma poltrona azul, perto da janela.
Tentei não transparecer nervosismo. Uma cirurgia, de aneurisma hemorrágico, era mais fácil do que aquela situação. Enquanto pensava no que dizer primeiro, Jack saiu na frente.
— Veio responder minha pergunta, Sara? Se sim, por que tão rápido?
— Jack, tudo veio à tona muito rá