Ao retornar para a casa de Lily, percebi o quanto estava feliz. Ela me perdoara e ainda me proporcionara uma viagem de descanso. Embora ainda faltassem mais de duas horas, mal podia esperar para testemunhar o pôr do sol daquela maravilhosa varanda, acompanhado por um bom vinho.
Ao entrarmos na garagem, Deli sussurrou algo ao ouvido da patroa. Não quis me intrometer e entrei na casa. A mesa com chá, café e rosquinhas estava posta na varanda, e logo a anfitriã chegou para fazer-me companhia.
— Nã