Christopher
Com o cair da noite, as sombras se alongavam nas ruas, e a cidade, apesar de seu movimento constante, parecia envolta em uma calma quase sufocante.
Ralf dirigia em silêncio, o motor do carro suave contra o barulho da cidade. Ele sabia para onde estávamos indo, mas o ar dentro do carro estava carregado de uma tensão que nenhum de nós podia ignorar. O esconderijo número 2 — uma velha floricultura, abandonada há muito tempo, mas ainda cheia de memórias que, honestamente, preferia