Joseph telefonou-nos, estávamos a caminho de casa e, mais uma vez, ele fez a mesma coisa, Andrew só deixou que eu e Adam entrássemos no carro, os outros no outro carro, ele fez isso de propósito e dirigiu-se a mim para me dizer.
—Dianne, eu rezo pelo meu irmão, não quero que ele faça uma loucura, não o deixes sozinho.
—Mas Andrew, eu tenho de ir para casa, ele vai ficar sozinho nessa altura, o Joseph tem de tomar conta do pai.
—Eu não preciso que ninguém tome conta de mim, Andrew — disse Adam m