Abro e fecho o grande portão do galpão e depois de acariciar o rostinho do bebê o entrego a Estevão.
— Leva ele lá pra fora, não deixe ele ouvir o barulho de tiro para não se assustar, depois te chamo.
Estevão fica me encarando sem entender nada.
— Mas... Mas...
Ele gagueja.
— Sério mesmo que você me acha tão sádico assim? Acham mesmo que eu seria capaz de matar um bebê?
— Mas você...
Ele contínua a gaguejar.
— Aprende uma coisa Estevão, eu não mato por que gosto, mato quando não há opçã