Não demora e os moleques chegam com tudo, ela coloca as luvas, pega seus equipamentos, sua mão treme... Pega a garrafa de bebida e me entrega.
— Toma! Bebe bastante, isso vai doer!
Dou uma longa golada.
— Pode ir!
Dou ordem e ela respira fundo assentindo com a cabeça.
Primeiro ela joga álcool no ferimento e eu me seguro para não gritar, ela treme mais ainda.
— Preciso de você sem estar tremendo, é meu braço aqui embaixo!
Digo ainda gemendo.
— Eu... Eu nunca fiz isso em gente!
Ela está trem