— Alana, minha Lana... eu te devo tanto... me desculpe.
A voz de Juan era baixa e cheia de arrependimento. Ele segurava delicadamente a mão de Alana, pressionando-a contra sua testa. Uma lágrima solitária escorreu pelo canto de seu olho, caindo na palma dela.
Infelizmente, Alana não estava consciente. Sob o efeito dos medicamentos, ela permanecia em um sono profundo, completamente alheia ao que acontecia ao seu redor. Os dois ficaram assim, em silêncio, juntos no quarto. Juan não queria pensar n